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AOS SEM
ABRIGO

Das
inquietações e medos
Ancestrais
Das sombras
apertadas
Nas vielas
Do frio que
persiste
Que se
instala
Na luz difusa
e morta
Das janelas
Um grito se
levanta
Numa praga à
fome, à vida, à morte
E em vós
rouca
Consola o
choro débil
Que se apaga
No peito que
se esgota
De uma louca.
REGO
MEIRA,
pintor,
poeta, músico
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Setembro
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