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No Lançamento público da sua obra escrita
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Rego Meira
Arrisca Memórias) |
Sobre o pinto Rego Meira já muito foi dito e contado nas
páginas da VS&C, rodando também em torno dos nossos desejos de
ver este artista com a projecção que merece e que de alguma
forma tem, a nosso ver, sido esbatida pela modéstia do homem.
O presente lançamento é o corolário do seu processo
criativo “Memórias de África”, conjunto de obras que exibiu nos
Paços do Concelho, de que demos conta em Novembro passado com
reportagem no seu atelier, a que se seguiu a execução de uma
série de desenhos a preto-e-branco traduzidos, também, em
poemas. Saiu agora o livro de que fizemos, no mês passado,
entrevista e pré-publicação.
Aqui fica, para encerrar o ciclo.
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Os momentos mais marcantes |
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Uma queda épica. Não, epopeica! |
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Esta foi por pouco que não foi parar à secção “Apanhados”
O
problema foi com a perna de uma cadeira que cedeu. Que cedeu
mesmo!...
José Carlos Barbosa, o homem da herança da Canção de
Intervenção, fez da pintura e da poesia, música. Baladas de
sempre foram cantadas pelo cantor, cantaroladas pelos presentes.
As palmas foram muitas.
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Diseurs
dizendo a poesia de Rego Meira |
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As faces dos momentos do pintor-poeta |
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